Alvo Protegido
Título original: His Bodyguard
Gênero: Suspense
Direção: Artie Mandelberg
Lançamento: USA/1998
Personagem destaque: Rapaz surdo testemunha assassinato.
Ator destaque: Anthony Natale - ator surdo
Descrição: Rapaz surdo testemunha assassinato no laboratório farmacêutico do pai. Como sua vida corre perigo, o chefe da segurança destaca sua assistente para protegê-lo. Mas os dois descobrem que o mandante do crime é alguém de dentro da empresa, que quer se apossar da valiosa fórmula de novo remédio.
destina-se a todas as pessoas que gostam e trabalham ou apreciam o trabalho com surdos.
domingo, 12 de setembro de 2010
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 12.319, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010.
Mensagem de veto
Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Esta Lei regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.
Art. 2o O tradutor e intérprete terá competência para realizar interpretação das 2 (duas) línguas de maneira simultânea ou consecutiva e proficiência em tradução e interpretação da Libras e da Língua Portuguesa.
Art. 3o (VETADO)
Art. 4o A formação profissional do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de:
I - cursos de educação profissional reconhecidos pelo Sistema que os credenciou;
II - cursos de extensão universitária; e
III - cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação.
Parágrafo único. A formação de tradutor e intérprete de Libras pode ser realizada por organizações da sociedade civil representativas da comunidade surda, desde que o certificado seja convalidado por uma das instituições referidas no inciso III.
Art. 5o Até o dia 22 de dezembro de 2015, a União, diretamente ou por intermédio de credenciadas, promoverá, anualmente, exame nacional de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras - Língua Portuguesa.
Parágrafo único. O exame de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras - Língua Portuguesa deve ser realizado por banca examinadora de amplo conhecimento dessa função, constituída por docentes surdos, linguistas e tradutores e intérpretes de Libras de instituições de educação superior.
Art. 6o São atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas competências:
I - efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa;
II - interpretar, em Língua Brasileira de Sinais - Língua Portuguesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamental, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares;
III - atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos;
IV - atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas; e
V - prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
Art. 7o O intérprete deve exercer sua profissão com rigor técnico, zelando pelos valores éticos a ela inerentes, pelo respeito à pessoa humana e à cultura do surdo e, em especial:
I - pela honestidade e discrição, protegendo o direito de sigilo da informação recebida;
II - pela atuação livre de preconceito de origem, raça, credo religioso, idade, sexo ou orientação sexual ou gênero;
III - pela imparcialidade e fidelidade aos conteúdos que lhe couber traduzir;
IV - pelas postura e conduta adequadas aos ambientes que frequentar por causa do exercício profissional;
V - pela solidariedade e consciência de que o direito de expressão é um direito social, independentemente da condição social e econômica daqueles que dele necessitem;
VI - pelo conhecimento das especificidades da comunidade surda.
Art. 8o (VETADO)
Art. 9o (VETADO)
Art. 10. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 1º de setembro de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
Fernando Haddad
Carlos Lupi
Paulo de Tarso Vanucchi
Este texto não substitui o publicado no DOU de 2.9.2010
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei

« Vamos juntos nos manifestar para alterar a resolução 13 !!!
Foto: Paullo Vieira – Debate a Conferência Estadual de Educação »
Surdos criticam Ministério da Educação !!!
01/10/2009 por assp
Manifestantes não querem deficientes auditivos em escolas regulares
A Associação dos Surdos de São Paulo realizou, no último sábado, um protesto na Avenida Paulista contra a decisão do Ministério da Educação de inserir deficientes auditivos em escolas regulares.
Maria Inês Vieira, uma das manifestantes, falou sobre a resolução 13, de 23 de setembro, que pode acabar com as escolas especiais em São Paulo. "As escolas de surdos são essenciais para um deficiente auditivo conviver com pessoas como ele. Não faz sentido um educador comum, que não fala a língua dos surdos, ensinar algo a eles", salientou a manifestante.
A Associação de Surdos também destacou que há promessas da prefeitura pela manutenção dessas escolas. No entanto, o mesmo não ocorre na região metropolitana de São Paulo. A cidade de São Paulo tem seis escolas municipais e quatro particulares destinadas aos deficientes auditivos. Ao todo, cerca de dois mil alunos freqüentam essas instituições de ensino.
Marcelo Mattos - repórter
Fonte: http://jovempan.uol.com.br/noticias/noticia/surdos+criticam+ministerio+da+educacao-174398,,0
Vanessa Vidal Candidata a Dep. Estadual Ceará.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
AEE para surdocego
Minha pouca experiência na educação especial e dedicada a surdez, trabalho há cinco anos com educandos Surdos. E sei o quanto exige esforço e estudo do profissional que esta envolvido nessa área.
E com o surdocego não e diferente pois percebi através dos relatos sobre a historia de vida de alguns surdocego que sempre teve alguém que dedicou se a educação exclusiva de alguém por exemplo:
RAGNHILD KAATA O Diretor, Elías Hofgard, assumiu a tarefa de educá-la.
Helen Keller teve sua incansável professora Anne Sullivan
EUGENIO MALOSSI iniciou sua educação graças à dedicação do professor Francisco Artusio,
E a historia de CESAR TORRES CORONEL que teve orientação da excepcional pedagoga Rafaela Rodrigues Placer, que durante 13 anos se dedicou inteiramente à educação do rapaz.
E concordo com a dedicação pois através do curso do AEE aprendi que e necessário muitas horas de pesquisas para desenvolver uma educação de qualidade para o surdocego.
E atualmente em algumas escolas tem a sala de recursos, onde funciona o AEE. Aqui onde moro geralmente e uma única pessoa para realizar atendimento a todos os educandos da escola independente do tipos de deficiência.
Meu questionamento e .
Como que um único profissional poderá estar apto a realizar atendimento para Surdos, Surdocego, altas habilidades/superdotação, deficiência intectual entre outras?
E orientar os professores de sala regular que tem educandos inclusos em suas salas?
Como é desenvolvido os projetos de acordo com a especificidade respeitanto a individualidade do educando.?
Se cada deficiência precisa de estudos, planejamento diferenciado?
E essa a regra do MEC, quem faz o curso do AEE e para atender todos os tipos de deficiência existente na escola?
Teria atendimento de qualidade?
Gostaria de conhecer a realidade da sala de recursos das colegas de outros Estados.
Ouro Preto do Oeste RO
Graça
E com o surdocego não e diferente pois percebi através dos relatos sobre a historia de vida de alguns surdocego que sempre teve alguém que dedicou se a educação exclusiva de alguém por exemplo:
RAGNHILD KAATA O Diretor, Elías Hofgard, assumiu a tarefa de educá-la.
Helen Keller teve sua incansável professora Anne Sullivan
EUGENIO MALOSSI iniciou sua educação graças à dedicação do professor Francisco Artusio,
E a historia de CESAR TORRES CORONEL que teve orientação da excepcional pedagoga Rafaela Rodrigues Placer, que durante 13 anos se dedicou inteiramente à educação do rapaz.
E concordo com a dedicação pois através do curso do AEE aprendi que e necessário muitas horas de pesquisas para desenvolver uma educação de qualidade para o surdocego.
E atualmente em algumas escolas tem a sala de recursos, onde funciona o AEE. Aqui onde moro geralmente e uma única pessoa para realizar atendimento a todos os educandos da escola independente do tipos de deficiência.
Meu questionamento e .
Como que um único profissional poderá estar apto a realizar atendimento para Surdos, Surdocego, altas habilidades/superdotação, deficiência intectual entre outras?
E orientar os professores de sala regular que tem educandos inclusos em suas salas?
Como é desenvolvido os projetos de acordo com a especificidade respeitanto a individualidade do educando.?
Se cada deficiência precisa de estudos, planejamento diferenciado?
E essa a regra do MEC, quem faz o curso do AEE e para atender todos os tipos de deficiência existente na escola?
Teria atendimento de qualidade?
Gostaria de conhecer a realidade da sala de recursos das colegas de outros Estados.
Ouro Preto do Oeste RO
Graça
Alex Garcia
Alex Garcia, primeiro surdocego a editar um livro no Brasil, é um dos finalistas do Prêmio “Sentidos
Por Ricardo Aguiar- Redação Porto Cultura - 03/03/2009
Alex Garcia é também autor do livro "Surdocegueira: empírica e científica", lançado em novembro passado durante a 54ª Feira do Livro de Porto Alegre. Atua ainda como articulista do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br), onde escreve artigos para a coluna “Aprender com as Diferenças”, o que ele considera fundamental para 'dar voz' aos multideficientes. "Ter este espaço é uma verdadeira revolução inclusiva de idéias e atitudes para todos os cidadãos, em especial para nós, pessoas com deficiência.
Alex Garcia Alex Garcia Pessoa Surdocega; Formação em Educação Especial com Habilitação em Deficientes da Audiocomunicação, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria-RS; Curso de Especialização em Educação Especial; Presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes - AGAPASM; Membro da World Federation of Deafblind - WFDB; Autor da obra Surdocegueira: empírica e científica; Vencedor II Prêmio Sentidos; Rotariano Honorário - Rotary Club de São Luiz Gonzaga-RS. Líder Internacional para o Emprego de Pessoas com Deficiência - Professional Program on International Leadership, Employment, and Disability (I-LEAD) graduado poela Mobility International USA / MIUSA; Ministrante de Palestras, Cursos, Seminários, Conferências sobre Surdocegueira e Múltideficiência em Congressos Nacionais e Internacionais; Publicação de Artigos sobre o Tema em Revistas Científicas, Jornais e Sites; Participação em Pesquisas na Universidade Federal de Santa Maria; Santa Maria-RS.
Por Ricardo Aguiar- Redação Porto Cultura - 03/03/2009
Alex Garcia é também autor do livro "Surdocegueira: empírica e científica", lançado em novembro passado durante a 54ª Feira do Livro de Porto Alegre. Atua ainda como articulista do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br), onde escreve artigos para a coluna “Aprender com as Diferenças”, o que ele considera fundamental para 'dar voz' aos multideficientes. "Ter este espaço é uma verdadeira revolução inclusiva de idéias e atitudes para todos os cidadãos, em especial para nós, pessoas com deficiência.
Alex Garcia Alex Garcia Pessoa Surdocega; Formação em Educação Especial com Habilitação em Deficientes da Audiocomunicação, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria-RS; Curso de Especialização em Educação Especial; Presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes - AGAPASM; Membro da World Federation of Deafblind - WFDB; Autor da obra Surdocegueira: empírica e científica; Vencedor II Prêmio Sentidos; Rotariano Honorário - Rotary Club de São Luiz Gonzaga-RS. Líder Internacional para o Emprego de Pessoas com Deficiência - Professional Program on International Leadership, Employment, and Disability (I-LEAD) graduado poela Mobility International USA / MIUSA; Ministrante de Palestras, Cursos, Seminários, Conferências sobre Surdocegueira e Múltideficiência em Congressos Nacionais e Internacionais; Publicação de Artigos sobre o Tema em Revistas Científicas, Jornais e Sites; Participação em Pesquisas na Universidade Federal de Santa Maria; Santa Maria-RS.
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